A importância da boa comunicação para a saúde mental

A comunicação está em tudo. Como seres humanos, nos comunicamos de formas muito mais complexas do que todos os outros animais. Além da comunicação não-verbal, ou seja, da linguagem corporal, também nos diferenciamos e desenvolvemos a comunicação falada e a escrita. Assim, todas as nossas formas de comunicação têm a possibilidade de afetar, e muito, os nossos sentimentos e a nossa saúde mental.

Quem não se lembra de algum momento em que recebeu uma mensagem, um e-mail, ou mesmo um recado de alguém, e que se sentiu extremamente ofendido, com a forma utilizada pelo criador da mensagem?

Então podemos pensar que a comunicação que realizamos, em nosso convívio social, pode invariavelmente, despertar sentimentos positivos como: interesse, acolhida, cuidado, e negativos como: agressividade, indiferença, impaciência. Atransmissão dos sentimentos junto à mensagem de forma constante pode levar a pessoa a apresentar quadros de ansiedade, depressão ou outros transtornos mentais. A comunicação feita de forma cuidadosa é que pode nos salvar de muitos problemas.

Por outro lado, também a falta de comunicação pode gerar muitos traumas. Segundo especialistas, o não-falar pode estar relacionado a problemas mais sérios, e o desconforto gerado pode ir longe, mantendo as pessoas de um mesmo ambiente tensas e preocupadas.

Elementos da comunicação e responsabilidade pela mensagem

Os elementos da comunicação dizem respeito a cada aspecto presente no processo que envolve desde o momento em que a mensagem é criada e emitida, até quando é recebida e compreendida. O emissor é quem elabora a mensagem e o receptor é a pessoa a quem a mensagem é dirigida.

A mensagem precisa ser disseminada de forma que o receptor tenha interesse genuíno em recebê-la – e isto é o oposto daquela comunicação em que a pessoa tem sentimentos negativos em relação a ela, e se retrai, criando resistência. Resistência esta que pode ser em relação ao emissor da mensagem, ou ao próprio conteúdo que está recebendo.

A comunicação não-violenta

A “comunicação não-violenta” não significa ser doce ou amigável, é muito mais do que isto. Este termo, criado pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg, prioriza o diálogo de fato, e reflete sempre sobre o impacto que causamos no outro com nossas palavras, gestos e atitudes.

Neste sentido, existe uma grande responsabilidade, não somente pelo que é dito ou escrito. O emissor da mensagem se torna responsável pelo que o receptor escuta ou lê, e ainda em relação a como será recebida a mensagem. Os sentimentos do próprio emissor da mensagem também devem ser analisados, o que depende de autoconhecimento.

A comunicação acelerada na era digital

O mundo atual traz muitas transformações aceleradas para todos nós. Com tanta transformação, é de se esperar que a comunicação também se acelere. A urgência e a quantidade de informações dão origem a muitos descuidos na forma de se comunicar. Isto pode resultar em ruídos, além de sentimentos negativos, que devem ser evitados.

É importante compreender o quanto as comunicações alteram os estados psíquicos, e o quanto as relações interpessoais em geral podem afetar os indivíduos. Caso sinta a necessidade de tratar da sua comunicação, fale conosco.

O Instituto de Psiquiatria Paulista está à sua disposição, agende uma consulta conosco. Contamos com psiquiatras, psicólogos e neurologistas com experiência nesta área.

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