Descubra quais são as 4 fases do Alzheimer e como identificá-las

A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência do mundo, caracterizada por apresentar-se em fases, conforme o estágio da doença. Representa o motivo de 60-70% dos casos de demência e suas causas não são totalmente compreendidas.

Definida como uma doença neurodegenerativa crônica, a doença de Alzheimer manifesta-se de forma lenta e vai agravando-se ao longo do tempo. O sintoma inicial mais comum é a perda de memória a curto prazo, com dificuldade de lembrar acontecimentos recentes.  À medida que a doença evolui, o quadro de sintomas aumenta, podendo levar à morte. 

No entanto, os primeiros sintomas da doença muitas vezes não são devidamente identificados, o que pode levar ao atraso do diagnóstico e da devida orientação do paciente e sua família. 

Importância de conhecer as fases do Alzheimer

Portanto, conhecer as fases do alzheimer ajuda a família a identificar os sinais da doença de forma mais precoce e garantir um acompanhamento adequado à pessoa afetada. A doença evolui ao longo de um período de tempo indeterminado e pode manter-se assintomática durante anos. 

Assim, a evolução da doença pode ser didaticamente dividida em quatro fases:

1. Pré-demência:

Nessa fase, os sintomas são muito sutis e muitas vezes atribuídos, de forma equivocada, ao envelhecimento natural ou ao estresse. Nesse momento, quando se suspeita de doença de alzheimer, pode-se aplicar testes neuropsicológicos que permitem revelar a doença até oito anos antes da pessoa cumprir os critérios para diagnóstico de Alzheimer.

Além da perda de memória recente, essa fase pode incluir sintomas como mudanças sutis na atenção, apatia, irritabilidade e sintomas depressivos.

2. Estágio Inicial ou leve

as 4 fases do alzheimer

No estágio leve, para muitos considerado o primeiro estágio, os sintomas de pré-demência se agravam e o paciente pode se encontrar com dificuldade para encontrar palavras, desorientado no tempo e no espaço e com dificuldades para tomar decisões.

3. Estágio intermediário

No estágio intermediário, são comuns dificuldades mais evidentes no dia-a-dia, com esquecimento de fatos mais marcantes, como o nome de pessoas próximas; dificuldade com higiene pessoal e autocuidados; incapacidade de cozinhar e cuidar da casa; maior dificuldade para falar e se expressar com clareza; alucinações e alterações de comportamento.

4. Estágio avançado (terminal)

O estágio avançado, ou estágio terminal, cursa com prejuízo gravíssimo da memória, com incapacidade de registrar dados e muita dificuldade em recuperar informações antigas, como o reconhecimento de pessoas e locais familiares. 

Nessa fase, o paciente pode já não conseguir alimentar-se normalmente, apresentando dificuldade em deglutir, além de poder haver incontinência urinária e fecal e comportamento inadequado intensificado. A doença pode progredir ainda com dificuldades motoras, sendo necessário auxílio para caminhar, como o uso de cadeira de rodas ou até mesmo ficar acamado. 

Nesse estágio, o paciente apresenta alto risco de desenvolver infecções, escaras e necessidade de hospitalização.

Vale ressaltar que a Doença de Alzheimer não apresenta cura ou tratamentos capazes de reverter a doença, e acredita-se que 70% do risco de desenvolvê-la esteja associado à genética. Outros fatores de risco incluem antecedentes de lesões na cabeça, depressão e hipertensão arterial. 

No entanto, há alguns estudos que apontam que o risco de se desenvolver Alzheimer pode ser diminuído com exercícios mentais, físicos e controle da obesidade.  

ATENÇÃO!

Como a pessoa afetada passa a depender da família e/ou de seus cuidadores de forma progressiva, o momento de diagnóstico e orientação da família é extremamente importante e, quanto mais cedo a doença é identificada, melhor o prognóstico do paciente e da dinâmica familiar. Assim como o paciente, os cuidadores também necessitam de orientação, apoio e acompanhamento, devido o alto impacto social, cultural e econômico que uma doença como essa pode causar.

 

  • Por isso, se você suspeita que alguém próximo de você pode estar enfrentando alguma fase da doença de Alzheimer, não tarde em pedir ajuda. Marque uma consulta com um de nossos especialistas aqui!

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

#main-content .dfd-content-wrap {margin: 0px;} #main-content .dfd-content-wrap > article {padding: 0px;}@media only screen and (min-width: 1101px) {#layout.dfd-portfolio-loop > .row.full-width > .blog-section.no-sidebars,#layout.dfd-gallery-loop > .row.full-width > .blog-section.no-sidebars {padding: 0 0px;}#layout.dfd-portfolio-loop > .row.full-width > .blog-section.no-sidebars > #main-content > .dfd-content-wrap:first-child,#layout.dfd-gallery-loop > .row.full-width > .blog-section.no-sidebars > #main-content > .dfd-content-wrap:first-child {border-top: 0px solid transparent; border-bottom: 0px solid transparent;}#layout.dfd-portfolio-loop > .row.full-width #right-sidebar,#layout.dfd-gallery-loop > .row.full-width #right-sidebar {padding-top: 0px;padding-bottom: 0px;}#layout.dfd-portfolio-loop > .row.full-width > .blog-section.no-sidebars .sort-panel,#layout.dfd-gallery-loop > .row.full-width > .blog-section.no-sidebars .sort-panel {margin-left: -0px;margin-right: -0px;}}#layout .dfd-content-wrap.layout-side-image,#layout > .row.full-width .dfd-content-wrap.layout-side-image {margin-left: 0;margin-right: 0;} Agendar consulta