Cetamina

O mais novo e poderoso aliado no tratamento da depressão

Uma nova opção para os psiquiatras e uma nova esperança para os pacientes.

O Instituto Psiquiatria Paulista possui um centro de infusão de Cetamina, cuja administração assistida pode dar resultados muito satisfatórios já a curto prazo.

Saiba mais

O que é a Cetamina?

A cetamina, também chamada de ketamina ou cetamina, é um fármaco de efeito anestésico utilizado para induzir ou manter anestesia, e também no tratamento de dores intensas. Ela foi descoberta no ano de 1962, mas foi somente nos últimos 20 anos que se descobriu que ela também pode ser utilizada, em doses baixas, no tratamento da depressão resistente unipolar e bipolar.

A Cetamina é bastante reconhecida e utilizada para fins hospitalares, é um medicamento seguro e regulamentado por órgãos como a FDA (Food and Drugs Administration – agência reguladora nos EUA) e a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária – agência reguladora no Brasil) e está presente na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial de Saúde, sendo considerada um dos medicamentos mais importantes do sistema de saúde.

O uso da cetamina para tratamento da depressão e da prevenção de suicídio, é a grande inovação psiquiátrica das últimas décadas, com eficácia comprovada por dezenas de estudos.

No Brasil, existem poucos centros autorizados a realizar o tratamento com a cetamina. O Instituto de Psiquiatria Paulista é um deles, através do Instituto de Infusões Paulista – Centro de Cetamina.

O que é depressão
resistente ou refratária?

A depressão resistente acontece quando um paciente diagnosticado com depressão não responde ao tratamento convencional com antidepressivos ou estabilizadores de humor, persistindo com sintomas que trazem prejuízos significativos à sua vida

O uso de Cetamina em pacientes com depressão resistente apresenta, em alguns casos, melhora imediata, sendo eficaz em 70 a 90% dos casos, por isso é considerada uma nova opção para os psiquiatras e uma nova esperança para os pacientes. Contudo, a Cetamina não é indicada apenas para pacientes com depressão resistente. Ela pode ser utilizada no início do tratamento de depressão enquanto os antidepressivos ainda não estão fazendo efeito, para resgatar ospacientes da fase mais crítica do quadro, e também para pacientes com ideação suicida.

Como a Cetamina age no cérebro?

Para entender como a Cetamina age, é preciso antes entender como a depressão afeta o cérebro.

Existem muitos fatores envolvidos no surgimento da depressão, entre eles alterações inflamatórias e químicas. Nos pacientes deprimidos, neurotransmissores como a serotonina e a noradrenalina (responsáveis por funções importantes como na regulação da dor, do sono e do humor) não são produzidos em quantidades suficientes para o bom equilíbrio químico cerebral, e agentes inflamatórios atuam prejudicando o bom funcionamento cerebral. Assim, toda a rede de sinapses neuronais, ou seja, a comunicação entre os neurônios, fica gravemente danificada.

A Cetamina age na regulação de glutamato, um aminoácido presente no cérebro, e estimulando a formação de novas conexões entre os neurônios, restaurando circuitos cerebrais que estão muito prejudicados em casos de depressão grave. Assim, ela tem um importante papel no reparo e reconstrução de circuitos cerebrais, aumentando o número de sinapses e, consequentemente, a capacidade de comunicação entre os neurônios.

Ou seja, diferentemente dos antidepressivos convencionais , que somente aumentam a disponibilidade de substâncias para a comunicação neuronal, a Cetamina acaba agindo como um auxiliar na “reconstrução da ponte entre esses neurônios”, promovendo o restabelecimento de uma comunicação cerebral fluida.

Como é feito o tratamento?

O tratamento com cetamina é simples, indolor e seguro.
O paciente deve ser encaminhado para o tratamento pelo seu psiquiatra. Antes do início do tratamento de fato, os casos são discutidos pela nossa equipe médica com o psiquiatra que acompanha o paciente.

Quanto às aplicações, estão previstas, em média, de 8 a 12 aplicações na fase aguda, administradas 1 ou 2 vezes por semana, sob a supervisão de médico psiquiatra e de equipe de enfermagem especializada. Cada sessão dura entre 60 e 90 minutos desde a chegada do paciente, aplicação do tratamento e saída. Havendo boa melhora com o tratamento, a necessidade de tratamento de manutenção é discutida com o paciente e seu psiquiatra, visando diminuir as chances de recaídas após a interrupção do tratamento.

Nosso centro de infusões foi projetado especialmente para a administração da cetamina, visando proporcionar conforto e tranquilidade durante o tratamento, com a garantia de um serviço totalmente capacitado para o atendimento de eventuais intercorrências. Toda a evolução do tratamento é discutida com o psiquiatra que acompanha o paciente, de forma a alinhar com ele os detalhes do tratamento.

É importante lembrar da importância de termos um psiquiatra presente durante todo o tempo de aplicação da cetamina, sendo esse um dos grandes diferenciais do Instituto de Infusões Paulista.

Existem riscos e contra-indicações?

A cetamina é um fármaco reconhecidamente seguro, aprovado pelos órgãos de saúde e utilizado há mais de 50 anos na área da saúde.

O uso para fins psiquiátricos é feito em doses baixas e, portanto, muito seguras. Além disso, a Cetamina possui um ótimo perfil de tolerabilidade, com poucos efeitos adversos, sendo utilizada pelos pacientes com bastante tranquilidade.

Existem pouquíssimas contraindicações à aplicação de cetamina, e cada caso será individualmente analisado pela nossa equipe médica antes do início do tratamento.

Converse com o seu psiquiatra.

Se você foi diagnosticado com depressão resistente ou se encontra em uma fase crítica de um episódio de depressão, converse com o seu psiquiatra. Ele é o único profissional com o conhecimento técnico e pessoal sobre você capaz de sugerir o melhor tratamento para o seu caso.

O que é a Cetamina?

A cetamina, também chamada de ketamina ou cetamina, é um fármaco de efeito anestésico utilizado para induzir ou manter anestesia, e também no tratamento de dores intensas. Ela foi descoberta no ano de 1962, mas foi somente nos últimos 20 anos que se descobriu que ela também pode ser utilizada, em doses baixas, no tratamento da depressão resistente unipolar e bipolar.

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