Ciúme natural ou ciúme patológico?

Em comum, ciumentos compartilham um conjunto de emoções, pensamentos e reações comportamentais a uma ameaça real —ou não— à sua relação com alguém por quem se tem carinho, amor, desejo. Agem quase sempre por medo de perder o que recebem do outro. Esse sentimento nocivo pode evoluir de frustração e impotência para possessividade, ou paranoia, em relação ao outro.

Os gatilhos possessivos podem advir, por exemplo, de solidão e abandono quando se é criança, falta de encorajamento, sentimento de perda, com a chegada de um irmão mais novo, discriminação sofrida em escola ou grupo de amigos. Tudo isso pode se somar, no futuro, a relações malsucedidas ou abusivas, divórcios, dentre outros problemas.

Muita coisa contribui para a instalação do ciúme, mas, segundo os especialistas, não dá para negar que ele também faça parta de nossa essência, como da de outros animais, a exemplo de cães e gatos. O ciúme natural, constituinte, por assim dizer, tem por características, primeiro, uma insegurança de se perder o “posto” de queridinho, predileto, paixão maior de alguém.

É completamente o oposto do ciúme patológico, garante Henrique Bottura, psiquiatra diretor clínico do Instituto de Psiquiatria Paulista. “Pessoas com um grau muito mais intenso de ciúme sofrem e fazem os outros sofrerem. Ao notarem, por exemplo, que o parceiro tem dado sinais suspeitos, em vez de terem uma conversa clara ou se retirarem em busca de autopreservação, agem de modo invasivo, cerceador, violento, desgastando ainda mais o relacionamento”.

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