Quando o jogo eletrônico deixa de ser diversão: o alerta silencioso que chega ao consultório
Outro dia, atendi um adolescente no consultório que estava há semanas faltando à escola. Ele não apresentava um transtorno psiquiátrico clássico. Não tinha uma depressão grave, não ouvia vozes, não usava substâncias. Mas havia algo ali que me preocupava profundamente: ele passava quase 12 horas por dia jogando online, trancado no quarto, longe de qualquer…
